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CAPES patrocina Semana de Egiptologia no Rio de Janeiro

Publicado: Sexta, 04 Outubro 2019 16:45 , Última Atualização: Quinta, 10 Outubro 2019 17:03

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Um dos mais importantes berços da civilização, o Egito e sua história sempre fascinaram pesquisadores e leigos. Detentor da maior coleção egípcia da América Latina, o Museu Nacional, administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apresenta entre os dias 30/9 e 4/10 sua VII Semana de Egiptologia. O evento reúne especialistas internacionais e oferece a oportunidade de participação em mesas de debates, palestras e minicurso de Introdução à Arte Egípcia, ministrado pelo professor Antonio Brancaglion Jr.

Atingido por um grave incêndio em setembro do ano passado, o Museu recebeu um significativo apoio financeiro da CAPES, no valor de R$2,5 milhões. Este dinheiro, entre outras coisas, ajudou bolsistas, cujos trabalhos estavam vinculados à instituição, a continuar suas pesquisas nas diversas áreas do conhecimento estudadas no local, entre elas a arqueologia egípcia. “Graças à bolsa da CAPES, seguirei na próxima expedição de escavações no Egito”, afirmou Tamires Machado, mestranda da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

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Dos escombros fumegantes foram recuperados objetos únicos que compuseram a mostra deste ano. Muito além da perda de peças valiosíssimas e artefatos do Egito Antigo, uma nova esperança surgiu: com a mobilização de professores, alunos, pesquisadores e instituições reuniram-se fotos em altíssima resolução, imagens de scanners e equipamentos de última geração, financiados pela doação da CAPES, que permitiram a reconstrução, sob a forma de realidade virtual, de uma das múmias mais importantes do acervo perdido.

A novidade encantou os visitantes. “Fiquei emocionada! Impossível segurar as lágrimas!”, falou Ângela Rabello, arqueóloga. “Só em equipamentos para concretizar a realidade virtual tem mais de R$2 milhões doados pela CAPES”, contou Sergio Alex Azevedo, professor do Programa de Pós-Graduação em Geociência e Patrimônio Paleontológico do Museu Nacional/UFRJ e coordenador do Laboratório de Processamento de Imagem (LAPID) da mesma instituição. “Este é só um dos muitos projetos que temos pela frente”, concluiu.

(Brasília – Redação CCS/CAPES)
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